Trainees que entregam. Não figurantes.
Três turmas. Seis meses cada. Problema real na mesa desde o dia um. Sem gincanca. Sem tarefa de mentira. Jogo valendo. A seleção separou energia de ego. O método separou opinião de decisão. O campo separou discurso de entrega.
A Ipiranga queria um programa de trainee diferente. Gente boa, problema de verdade, metodologia clara e apoio da liderança. Sem show. Sem discurso motivacional. Trabalho.
A V30 entrou para montar o caminho: seleção, capacitação e acompanhamento dos seis primeiros meses. A regra era simples: crachá não dá lugar na plateia. Dá acesso ao campo.
Três turmas passaram pelo modelo. Cada uma com um desafio macro apontado pela diretoria. Problema com dono, prazo e impacto. Sem maquiagem. Daí em diante: entender o contexto, enquadrar o desafio, levantar dados, construir proposta de valor, prototipar e testar.
A régua de entrada
Brasil inteiro. Gente diversa. Cabeça boa e pé no chão. A seleção separou energia de ego. Quem chegava já sabia: aqui ninguém "vem aprender sobre a empresa". Vem construir com ela.
O que fez funcionar
Problema real. Apoio de cima. Ritmo simples. Rotinas claras: objetivo do ciclo, lista de prioridades viva, checkpoints com liderança, espaço pra conflito bom e zero espaço pra desculpa.


"Quando apareceu tranco político, o trabalho não morreu na primeira porta fechada. É aí que a maioria para. A gente não."
Marcelo Nascimento · Vetor303 turmas capacitadas
Seleção, capacitação e acompanhamento de 6 meses. Modelo replicado e lapidado a cada ciclo.
Projetos com resultado
Melhorias de processo, ferramentas internas, ajustes de jornada e features de produto entregues.
Guias e modelos
Trilhas, templates, acordos de decisão e boas práticas documentadas como legado.
Capacidade instalada
O time seguiu sem depender da V30. Método internalizado. Fica quando o banner sai da parede.
90%+ de retenção
Trainees que ficaram na empresa porque construíram algo real. Não porque o programa era "legal". Porque viram valor no que fizeram.
Entrega real, não show
Solução saiu do quadro e foi pra rua. Melhoria de processo, ferramenta interna, ajuste de jornada. Valor entregue medido, não aplaudido.
Modelo replicável
Três turmas, um caminho. Modelo lapidado, rastro documentado. Não foi evento de inovação. Foi capacidade instalada.
Autonomia, não dependência
A V30 saiu. O trilho ficou. Consultoria boa não cria dependência. Cria autonomia. O time seguiu resolvendo sem precisar de nós.
"Esse case me orgulha porque foi humano sem ser mole. Ágil sem ansiedade. Estratégico sem travar a operação. Provou que trainee pode, e deve, ser protagonista quando existe problema real, patrocínio e método."
Marcelo Nascimento · Vetor30O papel da V30 foi montar o caminho: processo, facilitação dos VetorLABs, mentoria técnica, escuta com as lideranças, tradução de dor em prioridades, costura entre times. Saímos deixando trilho. O time seguiu sem depender de nós.
Quando a marca vira critério, a melhor solução não é a mais "criativa". É a que sustenta quem a empresa diz que é. Isso fica. Quando o banner sai da parede, o método continua rodando.