Ipiranga
Case Vetor30 · CX & Processos · Pessoas & Inovação

Trainees que entregam. Não figurantes.

Três turmas. Seis meses cada. Problema real na mesa desde o dia um. Sem gincanca. Sem tarefa de mentira. Jogo valendo. A seleção separou energia de ego. O método separou opinião de decisão. O campo separou discurso de entrega.

3
turmas mentoradas com o método V30
6
meses de acompanhamento por turma
90%+
retenção pós-programa
197
ideias priorizadas em 3 ciclos de brainstorming
Programa de trainee não é para foto. Se não vira rotina, vira enfeite.

A Ipiranga queria um programa de trainee diferente. Gente boa, problema de verdade, metodologia clara e apoio da liderança. Sem show. Sem discurso motivacional. Trabalho.

A V30 entrou para montar o caminho: seleção, capacitação e acompanhamento dos seis primeiros meses. A regra era simples: crachá não dá lugar na plateia. Dá acesso ao campo.

Três turmas passaram pelo modelo. Cada uma com um desafio macro apontado pela diretoria. Problema com dono, prazo e impacto. Sem maquiagem. Daí em diante: entender o contexto, enquadrar o desafio, levantar dados, construir proposta de valor, prototipar e testar.

A régua de entrada

Brasil inteiro. Gente diversa. Cabeça boa e pé no chão. A seleção separou energia de ego. Quem chegava já sabia: aqui ninguém "vem aprender sobre a empresa". Vem construir com ela.

O que fez funcionar

Problema real. Apoio de cima. Ritmo simples. Rotinas claras: objetivo do ciclo, lista de prioridades viva, checkpoints com liderança, espaço pra conflito bom e zero espaço pra desculpa.

Ritmo que puxa decisão. Campo antes do slide.
Encontros semanais. VetorLABs curtos. A conversa começava com evidência e terminava com decisão. Achismo cedia lugar a dado, observação e ouvir quem vive a operação.
Fase 1 · Choque de realidade
Desafio macro na mesa desde o dia um
Diretores apontando o norte. Problema com dono, prazo e impacto. Sem maquiagem. Entender o contexto, enquadrar o desafio, levantar dados. Sem atalho. Sem teatro.
Fase 2 · Campo
Loja. Revendedor. Backoffice. Atendimento.
Ouvir quem resolve na ponta. Ver gargalo sem verniz. Voltar com mapa de dor e oportunidade. Quando a hipótese pisa no chão, a discussão muda. Fica adulta.
Fase 3 · Método
Canvas, priorização, protótipo, teste de conceito
Ferramentas são úteis, mas não fazem milagre. O que move é mentalidade: curiosidade, investigação, humildade pra ouvir, coragem pra decidir. Treinamos isso toda semana. Não só "como fazer", mas "como pensar fazendo".
Fase 4 · Entrega
Do protótipo ao que roda
Solução saiu do quadro e foi pra rua. Melhoria de processo. Ferramenta interna. Ajuste de jornada. Feature de produto. O critério era um só: valor entregue, não show.
Trainees trabalhando nas paredes com post-its e frameworks
Trainees na parede. Post-its, priorização, decisão coletiva. O fluxo morava no quadro vivo, não no slide.
Trainee apresentando ferramentas para a liderança
Apresentação para a liderança com ferramentas reais. Cada trainee defendendo escolhas com dados.

"Quando apareceu tranco político, o trabalho não morreu na primeira porta fechada. É aí que a maioria para. A gente não."

Marcelo Nascimento · Vetor30
Board de brainstorming com 197 ideias priorizadas
Brainstorming estruturado. 63 + 58 + 76 ideias priorizadas por perfil de usuário. Concreto vs. abstrato, custo vs. impacto.
Depois de seis meses, cada um sabia navegar problema, falar com dados e sustentar decisão.
01
Método, linguagem comum e repertório de decisão. Não a confiança de palestra. A que vem do que você fez, testou e sustentou.
02
Discutir com dados, negociar com áreas, defender escolhas impopulares porque sustentam a estratégia. Dizer "não" com respeito e "sim" com dono.
03
Capacidade instalada. Guias, modelos, acordos de decisão, boas práticas. Não foi "evento de inovação". Virou jeito de resolver.
04
Plataforma de marca como critério. A melhor solução não é a mais "criativa". É a que sustenta quem a empresa diz que é.
O que ficou na Ipiranga

3 turmas capacitadas

Seleção, capacitação e acompanhamento de 6 meses. Modelo replicado e lapidado a cada ciclo.

Projetos com resultado

Melhorias de processo, ferramentas internas, ajustes de jornada e features de produto entregues.

Guias e modelos

Trilhas, templates, acordos de decisão e boas práticas documentadas como legado.

Capacidade instalada

O time seguiu sem depender da V30. Método internalizado. Fica quando o banner sai da parede.

Trainee não precisa ser plateia. Pode, e deve, ser protagonista.

90%+ de retenção

Trainees que ficaram na empresa porque construíram algo real. Não porque o programa era "legal". Porque viram valor no que fizeram.

Entrega real, não show

Solução saiu do quadro e foi pra rua. Melhoria de processo, ferramenta interna, ajuste de jornada. Valor entregue medido, não aplaudido.

Modelo replicável

Três turmas, um caminho. Modelo lapidado, rastro documentado. Não foi evento de inovação. Foi capacidade instalada.

Autonomia, não dependência

A V30 saiu. O trilho ficou. Consultoria boa não cria dependência. Cria autonomia. O time seguiu resolvendo sem precisar de nós.

"Esse case me orgulha porque foi humano sem ser mole. Ágil sem ansiedade. Estratégico sem travar a operação. Provou que trainee pode, e deve, ser protagonista quando existe problema real, patrocínio e método."

Marcelo Nascimento · Vetor30
Consultoria boa não cria dependência. Cria autonomia.

O papel da V30 foi montar o caminho: processo, facilitação dos VetorLABs, mentoria técnica, escuta com as lideranças, tradução de dor em prioridades, costura entre times. Saímos deixando trilho. O time seguiu sem depender de nós.

Quando a marca vira critério, a melhor solução não é a mais "criativa". É a que sustenta quem a empresa diz que é. Isso fica. Quando o banner sai da parede, o método continua rodando.

Quer um programa de trainee que entrega de verdade?
A Vetor30 monta o caminho, facilita os VetorLABs e sai deixando trilho. O time segue sem depender de nós.
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